FACA · Campanha antifascista · 2026

Democracia.
Soberania.
Lula
presidente.

Contra Flávio Bolsonaro e a continuidade do projeto bolsonarista. Pela democracia, pelos direitos e pela soberania: neste segundo turno, a FACA está com Lula.

Memória · Organização · Solidariedade

Emblema FACA — Frente Antifascista CabruncaPela democracia. Com Lula.

Antifascismo se constrói no cotidiano

Democracia   /   Direitos   /   Soberania   /   Lula presidente

01 / Quem somos

Uma frente.
Muitas vozes.
Uma luta em comum.

Onde o ódio tenta dividir, a solidariedade cria raízes.

Nosso posicionamento nesta eleição é público: apoiamos Lula contra Flávio Bolsonaro. A campanha é aberta a toda a sociedade e defende o diálogo respeitoso, a revisão de escolhas e o voto consciente.

A Frente Antifascista Cabrunca é um espaço de construção coletiva em defesa da dignidade humana e contra o autoritarismo. Nossa identidade reúne memória, cultura e compromisso com a transformação social.

Entendemos o antifascismo como uma prática cotidiana: enfrentar o racismo, a misoginia, a LGBTfobia e a desumanização; defender os direitos sociais, a liberdade de expressão e o direito de existir com segurança.

Acreditamos na educação popular, no diálogo, na organização comunitária e na mobilização democrática e pacífica. Uma sociedade livre se constrói com participação, cuidado e solidariedade.

Em pauta / Segundo turno de 2026

Direitos e soberania
no centro do debate.

Somos uma frente antifascista, apoiamos Lula e nos opomos à eleição de Flávio Bolsonaro. Este é o nosso alerta, sustentado por fontes. Atualizado em 11/10/2026.

01 — PATRIMÔNIO PÚBLICO

O desmonte já tem história.

POSIÇÃO DA FACA / HISTÓRICO DOCUMENTADO

Não é preciso vender a Petrobras inteira para desmontar sua atuação integrada. Sob Jair Bolsonaro, foram vendidos ativos de refino, transporte de gás e distribuição. A ANSA foi paralisada em 2020. São decisões com consequências duradouras para a capacidade industrial do país.

A FACA se opõe à eleição de Flávio Bolsonaro porque considera perigosa a continuidade desse projeto. Defendemos o patrimônio público, os direitos do trabalho e uma Petrobras capaz de investir e cumprir seu papel estratégico. Nossa escolha neste segundo turno é Lula.

Conheça as decisões e suas consequências ↓
02 — SERVIÇOS PÚBLICOS

Direitos não são excessos.

OPOSIÇÃO DA FACA

O coordenador econômico de Flávio apontou redução de ministérios e de salários de servidores como parte do ajuste fiscal, segundo o UOL. Para nós, essa orientação acende um alerta sobre a capacidade do Estado de atender à população.

Defendemos o funcionalismo, a saúde, a educação e a fiscalização. O Estado não pode ser enfraquecido em nome de um ajuste que trata sua força de trabalho como custo a cortar. Somos contra esse projeto e pela valorização dos serviços públicos.

Fonte da declaração de Sachsida: UOL, 08/10/2026 ↗
03 — SOBERANIA NACIONAL

O Brasil não é quintal de Trump.

POSIÇÃO POLÍTICA DA FACA

Flávio declarou que pretende incluir o Brasil no Escudo das Américas, iniciativa de segurança liderada por Donald Trump, conforme reportagem da Folha de S.Paulo.

A FACA rejeita o alinhamento automático a Trump e considera essa orientação um risco à autonomia nacional. Nossos recursos estratégicos, nossa segurança e nossa política externa devem servir ao povo brasileiro. Defendemos cooperação entre países com soberania, jamais subserviência.

Fonte: Folha de S.Paulo, 07/10/2026 ↗
04 — MEMÓRIA ANTIFASCISTA

Estética fascista não pode virar paisagem.

CRÍTICA ANTIFASCISTA DA FACA

Uma peça divulgada no canal do PL colocou o rosto de Flávio no centro de palavras repetidas e foi comparada à propaganda de Mussolini de 1934. Na peça brasileira aparecia “Tropa do Flávio”; na histórica, “SÌ”. A publicação foi retirada.

Para a FACA, a semelhança é um alerta que exige crítica e memória histórica. Rejeitamos a banalização de símbolos autoritários e o culto ao líder. Ler esse episódio como possível “apito de cachorro” é uma interpretação política; nossa oposição à normalização dessa estética é inequívoca.

Registro do episódio, 10/10/2026 ↗Análise: Milly Lacombe / UOL, 11/10/2026 ↗
05 — PROTEÇÃO SOCIAL

Proteção social não é alvo de tesouraço.

ALERTA PÚBLICO DA FACA

A Folha de S.Paulo revelou, em 7 de outubro, que a equipe econômica de Flávio estudava um ajuste de cerca de R$ 250 bilhões, com mudanças nos reajustes da Previdência e do BPC e nos pisos de saúde e educação. A reportagem descreve medidas em estudo e uma estratégia de aprovação entre a eleição e a posse.

Desvincular benefícios dos ganhos reais do salário mínimo pode retirar de aposentadorias no piso e do BPC o acesso à valorização acima da inflação. Não é o mesmo que zerar o benefício: é reduzir a renda futura em comparação com a regra atual. Para a FACA, isso representa um ataque à proteção social.

O BPC garante um salário mínimo a pessoas idosas e a pessoas com deficiência de baixa renda que atendem aos critérios do benefício. Defendemos sua preservação e valorização. Rejeitamos o enfraquecimento desse direito e a transferência do peso do ajuste para a proteção social.

Apuração: Folha de S.Paulo, 07/10/2026 ↗BPC: informações do Ministério do Desenvolvimento Social ↗
06 — EDUCAÇÃO PÚBLICA

Educação é direito, não mercadoria nem quartel.

OPOSIÇÃO DA FACA

O programa de Flávio prevê vouchers educacionais onde faltarem vagas públicas e a expansão das escolas cívico-militares. A FACA se opõe a essa orientação: defendemos investimento na rede pública, valorização dos profissionais da educação e gestão democrática.

O voucher transfere o financiamento da matrícula para outra escola. Vemos nisso um risco de privatização da oferta e de enfraquecimento da expansão pública. Essa é nossa crítica ao mecanismo previsto no plano; a proposta não equivale a uma venda já anunciada de toda a rede de ensino fundamental.

A militarização também exige escrutínio sobre gastos, liberdade pedagógica e segurança dos estudantes. Pesquisas e documentos do MPF levantam problemas de seleção de alunos e restrição à pluralidade; a BBC registrou denúncias de assédio em escolas do Paraná. Rejeitamos censura, imposição ideológica e qualquer tolerância a abusos.

Plano de governo: educação, páginas 35–36 ↗Custos, liberdade e denúncias: consulte as fontes ↓

Nas ruas / Participação democrática

Saudamos o protagonismo da juventude.

Manifestações estudantis e mobilizações em apoio a Lula ganharam as ruas. A cobertura do UOL registra o protagonismo juvenil no ato da Avenida Paulista em 11 de outubro.

A FACA saúda essa participação e a defesa da democracia, da educação e da soberania. Reconhecemos o valor do debate público e das manifestações pacíficas, com respeito à pluralidade e à liberdade de participação.

Fonte: UOL, 11/10/2026 ↗

Educação / O que sustenta nosso alerta

Investir em formação.
Proteger a liberdade.
Enfrentar abusos.

A crítica da FACA à militarização reúne questões econômicas, pedagógicas e de proteção dos estudantes. Os registros abaixo têm recortes distintos: pesquisa acadêmica, contestação institucional e denúncias jornalísticas.

CUSTOS E RESULTADOS

Dinheiro público exige avaliação.

A BBC informou remuneração de R$ 5,5 mil mensais para militares inativos no programa paranaense. O custo adicional exige comparação com alternativas de investimento em professores, equipes de apoio e infraestrutura.

Uma pesquisa divulgada pela FFLCH-USP em 2025 apontou seleção de escolas com melhores indicadores e restrição de matrículas noturnas e de EJA. Na avaliação da FACA, melhorar notas por seleção não pode substituir a garantia de educação para todos. Não tratamos esse estudo como prova de ineficiência de toda escola cívico-militar.

Pesquisa sobre seleção e desigualdade / USP ↗BBC News Brasil / O Povo, 05/02/2026 ↗
PLURALIDADE E AUTONOMIA

Escola não é espaço de obediência política.

Em representação de 2024, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão criticou o risco de redução do espaço de pensamento crítico no modelo paulista. Em 2026, o MPF também contestou regras de aparência e comportamento em escolas do Acre, por considerar que restringem direitos e não têm relação comprovada com a qualidade do ensino.

Para a FACA, esses registros reforçam a preocupação com imposição ideológica e doutrinação autoritária. Defendemos liberdade de aprender e ensinar, pluralidade de ideias e participação da comunidade escolar. São críticas e contestações específicas, não uma sentença geral sobre todas as unidades.

PFDC / representação sobre São Paulo ↗MPF / recurso sobre regras no Acre ↗
SEGURANÇA E PROTEÇÃO

Denúncias precisam de apuração e proteção.

A BBC News Brasil identificou ao menos quatro casos de denúncias de abusos contra estudantes de escolas cívico-militares do Paraná que foram objeto de investigação policial e resultaram em desligamentos. Os processos mencionados estavam sob sigilo na data da reportagem.

Tratamos esses registros como denúncias e investigações, não como condenações. Eles reforçam a exigência de canais independentes de denúncia, acolhimento e proteção dos estudantes em toda escola. A FACA rejeita qualquer estrutura que dificulte a responsabilização por abusos.

Reportagem: BBC News Brasil / O Povo ↗

Histórico / Petrobras e autonomia nacional

Olhar para o que foi feito.
Cobrar o que será feito.

A avaliação de risco da FACA se apoia em decisões concretas. Vender partes de uma empresa integrada também altera sua capacidade de produzir, transportar, distribuir e executar uma estratégia nacional, mesmo quando a companhia principal permanece estatal.

TemaHistórico documentadoFontes
Refino e xistoO acordo com o CADE de 2019 previa a alienação de oito ativos de refino, aproximadamente metade da capacidade nacional. Foram vendidos RLAM, REMAN e SIX. A SIX é uma unidade de industrialização de xisto: distinguimos seus ativos das refinarias de petróleo. Em 2024, a obrigação de vender os ativos remanescentes foi encerrada.Petrobras / CADE ↗
Comunicado de 2019 ↗
Polo Potiguar / RPCCA venda do Polo Potiguar, que incluía a antiga Refinaria Potiguar Clara Camarão, foi contratada em janeiro de 2022. A transferência foi concluída em junho de 2023, já no governo Lula. Assinatura e conclusão são etapas diferentes e precisam ser datadas.Petrobras / transferência ↗
Relatório anual de 2022 ↗
Transporte de gás / TAGA Petrobras vendeu 90% da TAG em 2019 e a participação restante de 10% em 2020. Foi a saída da companhia desse ativo de transporte de gás, e não apenas uma mudança de marca ou gestão.Venda de 90% ↗
Venda dos 10% restantes ↗
BR Distribuidora / VibraA Petrobras perdeu o controle da BR em 2019 e saiu integralmente de seu capital em 2021. O uso da marca Petrobras foi licenciado até junho de 2029; a marca não deixou de pertencer à Petrobras. Uma cláusula de não concorrência restringe o retorno da companhia à distribuição até meados de 2029, segundo sua presidente.Saída da BR ↗
Licenciamento da marca ↗
Restrição de retorno ↗
Preços dos combustíveisA política de paridade de importação, adotada em 2016 e mantida no governo Bolsonaro, foi substituída em maio de 2023 por uma estratégia sem subordinação obrigatória ao preço de paridade. Isso não significa eliminar todas as referências internacionais.Histórico do PPI / CUT ↗
Nova estratégia / Petrobras ↗
Fertilizantes / ANSAA Araucária Nitrogenados ficou desativada desde 2020. Em 2023, a Petrobras anunciou estudos de retomada. O episódio é relevante para discutir capacidade industrial, empregos e dependência de fertilizantes importados.Petrobras / ANSA ↗

Poder institucional / Cenário de risco

Mais poder exige
mais fiscalização.

A Folha de S.Paulo noticiou, em 9 de outubro, a possibilidade de quatro indicações ao STF pelo próximo presidente: as vagas de Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes, além da cadeira de Barroso ainda aberta naquele momento. A reportagem também registra o fortalecimento da direita no Senado.

É um cenário, não uma nomeação automática: a vaga já aberta pode ser preenchida antes da posse; novas indicações dependem de vagas efetivas e aprovação do Senado. Ter sido indicado por um presidente também não determina cada voto de um ministro.

Na avaliação da FACA, maior capacidade de aprovar medidas e influenciar a composição institucional amplia a relevância do histórico de desinvestimentos. Por isso, nossa posição é clara: impedir a continuidade desse projeto e defender o patrimônio público, a democracia e a autonomia nacional.

Fonte: Folha de S.Paulo, 09/10/2026 ↗

02 / Nossos princípios

O que nos move.

Um compromisso que atravessa o debate público e as relações do dia a dia.

01 — DIGNIDADE

Ninguém fica para trás.

Defesa dos direitos humanos e enfrentamento de todas as formas de discriminação. Respeito à diversidade e à autonomia dos povos.

02 — MEMÓRIA

Lembrar é resistir.

Valorizar as histórias de resistência, a cultura popular e as lutas por liberdade. Conhecer o passado para reconhecer os autoritarismos do presente.

03 — SOLIDARIEDADE

Construir em coletivo.

Educação popular, apoio mútuo e participação democrática. Fazer do cuidado uma prática política e da comunidade uma força de transformação.

03 / Participe

A luta também
passa por você.

Há muitas formas de contribuir: aprender, compartilhar conhecimento, criar materiais e fortalecer redes de solidariedade.

Fale com a FACA
frenteantifascistacabrunca@protonmail.com
A agenda de encontros será divulgada após confirmação pela organização.
  1. Formação e diálogo

    Organize leituras, rodas de conversa e debates sobre direitos humanos, memória e enfrentamento ao autoritarismo.

  2. Cultura e comunicação

    Contribua com textos, arte e materiais acessíveis. Verifique fontes antes de compartilhar informações.

  3. Solidariedade na prática

    Fortaleça iniciativas comunitárias e ações de apoio mútuo, com respeito, consentimento e cuidado com todas as pessoas envolvidas.

04 / Para começar

Ideias que viram prática.

Um ponto de partida para conversar, aprender e organizar ações no cotidiano.

LEITURA / 01

Antifascismo cotidiano

Reconhecer discursos de desumanização, questionar preconceitos e defender direitos é uma tarefa coletiva.

Entenda nossa proposta ↗
COMUNICAÇÃO / 02

Informação com cuidado

Confira autoria, data e contexto. Busque a fonte original e corrija erros. Não exponha dados pessoais de outras pessoas.

Conheça os cuidados ↗
IDENTIDADE / 03

Leve nossa marca

O emblema da Frente Antifascista Cabrunca para conhecer e compartilhar a identidade da frente.

Abrir logo em PNG ↗

05 / Perguntas frequentes

Vamos conversar.

O que significa ser antifascista?

Significa se posicionar contra o autoritarismo e a perseguição de grupos sociais, defendendo dignidade, pluralidade e direitos. Aqui, isso se traduz em formação, solidariedade e participação democrática.

Preciso ter experiência em ativismo?

Não. A construção coletiva começa com disposição para ouvir, aprender e contribuir com respeito. Diferentes saberes e experiências fortalecem o diálogo.

Como acompanhar as atividades?

Entre em contato pelo e-mail frenteantifascistacabrunca@protonmail.com. As atividades com data confirmada serão divulgadas neste site.

Como cuidar de quem participa?

Peça consentimento antes de publicar imagens ou identificar participantes. Evite divulgar dados pessoais, confirme informações e respeite os limites de cada pessoa. O cuidado faz parte da organização.

Contato / Frente Antifascista Cabrunca

Vamos construir
essa conversa.

Para propostas, materiais, dúvidas e informações sobre a frente:

frenteantifascistacabrunca@protonmail.com

Canal de contato da FACA. O envio de mensagem é feito pelo seu aplicativo de e-mail.

Frente Antifascista Cabrunca

Contra o retrocesso.
Pela soberania. Com Lula.